A cerimônia de posse no Instituto Rio Branco, em Brasília, teve um brilho diferente desta vez. Entre os novos diplomatas que representarão o Brasil no mundo, um nome chamou a atenção não pelo sobrenome famoso, mas pela calosidade das mãos que o ergueram.
Um ex-garçom, filho orgulhoso de uma diarista e de um pedreiro, assumiu oficialmente o cargo de Terceiro Secretário da carreira diplomática.
Por que é um feito gigante: O Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) é considerado o mais difícil do país, exigindo conhecimento profundo de línguas, história, economia e política.
- A Jornada: Enquanto muitos candidatos se dedicam apenas aos estudos, ele conciliava livros com bandejas, estudando nos intervalos e madrugadas.
- O Significado: A chegada dele ao Itamaraty não é apenas uma vitória pessoal; é um sinal de que a diplomacia brasileira começa a ter, de fato, a “cara do Brasil”.
- A Mensagem: Em seu discurso (ou postura), fica a lição que emociona: a educação continua sendo a ferramenta mais poderosa de transformação social que existe.
Que notícia impressionante a força de vontade desse rapaz.
O Brasil que dá certo é esse aqui.











