O Chester Zoo (Reino Unido) revelou neste domingo (18/01) imagens que parecem ficção científica, mas são pura ternura. Pela primeira vez, tratadores conseguiram documentar todo o desenvolvimento de um Canguru-arborícola-de-goodfellow (Dendrolagus goodfellowi) usando uma minúscula câmara endoscópica inserida na bolsa da mãe.
O que as câmaras viram: As filmagens acompanharam o “joey” (filhote) desde que ele era do tamanho de uma guloseima de gelatina até ao momento atual, em que já espreita cá para fora.
- A Jornada: O vídeo mostra o minúsculo ser a escalar o pelo da mãe até à segurança da bolsa e, meses depois, a abrir os olhos pela primeira vez.
- Por que é crucial: Esta espécie está em perigo crítico de extinção. Até hoje, pouco se sabia sobre os primeiros meses de vida “no escuro”. Estes dados vão ajudar zoos em todo o mundo a melhorar as taxas de sobrevivência dos recém-nascidos.
Esta tecnologia de monitorização não intrusiva é o oposto da vigilância que assusta; é a vigilância que salva. Tal como a Cidade Flutuante das Maldivas usa a engenharia para proteger humanos da subida das águas, aqui usamos a tecnologia para garantir que estes marsupiais continuem a saltar nas árvores.
Às vezes, é preciso olhar para o muito pequeno (e para dentro de uma bolsa) para salvar algo gigante.
Crédito da foto: Goodfellow’s tree kangaroo joey – SWNS / Chester Zoo











