Uma descoberta científica sem precedentes anunciada nesta semana permitiu, pela primeira vez na história, a extração de DNA humano e microbiano de um desenho de Leonardo da Vinci feito há cinco séculos, tudo isso sem danificar a obra de arte.
O que essa descoberta revela:
- Técnica Revolucionária: Utilizando um método inovador chamado “sequenciamento de nanoporos”, pesquisadores conseguiram capturar material genético invisível (células da pele, bactérias, fungos) deixado no papel pelo próprio artista e por quem manuseou a obra ao longo dos séculos.
- O “Bioarquivo” da Renascença: A análise revelou um mapa biológico detalhado de bactérias dominantes da época e local onde Da Vinci vivia, criando uma assinatura única que difere completamente de obras modernas ou armazenadas em museus atuais.
- Fim das Falsificações? Essa tecnologia promete mudar o mercado de arte para sempre. No futuro, poderemos autenticar uma obra não apenas pelo traço do pincel, mas pela “assinatura genética” deixada pelo mestre.
A ciência está cada vez mais perto de decifrar a biologia por trás da genialidade.
Se fosse possível clonar a mente de Da Vinci através do DNA, o que você perguntaria a ele hoje?











